Agilize a Divisão de Trânsito Sr. Prefeito
* O PREFEITO Municipal DANIEL RAUPP, sempre atento e interessado com os problemas de nossa comunidade, necessita agilizar urgentemente a Divisão de Trânsito. Os equívocos e erros (quem não os têm?) necessitam ser resolvidos com urgência. A municipalidade não pode andar a passo de tartaruga. Ainda mais, quando comete graves erros de trânsito. As cadeiras da municipalidade devem ser utilizadas por pessoas interessadas e ágeis, que atendam a comunidade com rapidez.
Um grande susto nas contas
* VÁRIOS (para não dizer muitos) clientes da CEEE quase tiveram um infarto ao receberem suas contas de energia elétrica em janeiro. Sei de pessoas que sua conta de janeiro simplesmente duplicou em comparação com a do mês anterior. Outras mais que isso, muito mais. É verdade que o forte calor levou a maioria da população a utilizar seus aparelhos de ar condicionado e ventiladores, aumentando o consumo de energia. Somado à elevação do ICMS da energia elétrica, o valor da conta e o susto aumentaram. Fazer o quê? Quem aguenta ficar com o ar desligado?
Mobilidade urbana
* LEITORA desta coluna enviou e-mail elogiando que, a municipalidade vem agilizando a implantação do projeto de mobilidade urbana. Solicitou que fosse sugerida ao Poder Público Municipal a implantação de mão única na Av. Santos Abreu, a qual ficaria no sentido centro-praia e na rua Duque de Caxias, que ficaria em sentido contrário (praia-centro). Realmente, em período de veraneio, a proposta é muito válida pois o movimento pelas duas vias públicas hoje já é intenso e facilitaria a mobilidade urbana.
* POR OUTRO LADO esta coluna renova a sugestão no sentido de que seja corrigido o grave equívoco realizado quando foi calçada a Av. Izolina Passos e em cada esquina, deixaram uma saliência para dentro da rua, o que impede que um veículo tente passar à sua direita a fim de possibilitar que outro carro o ultrapasse, dificultando a mobilidade urbana naquela avenida. Realmente o problema é grave. O Diretor de Trânsito João Alfredo Kath antecipou-me que está nos estudos do departamento a possibilidade de executar a obra, removendo os tais “bicos” nas esquinas. Tomara que vire realidade o anúncio.
Duplicação da BR 116 está paralisada
* A RBS TV Porto Alegre apresentou, em rede estadual, uma reportagem que mostrou que a duplicação da BR 116 Porto Alegre-Pelotas está parada em praticamente todos trechos, com exceção à Turuçu, onde atua a SBS. Esta coluna reproduz na íntegra o teor da importante reportagem: “Uma das principais rodovias do estado já deveriam estar pronta há mais de um ano. Mas, o que menos se vê na pista, são operários trabalhando. As obras, além de atrasadas, estão na mira do Tribunal de Contas da União. A suspeita é no sobrepreço na compra de materiais e na contratação de serviços. Completamente abandonado, está assim o viaduto que liga a BR 116 à ERS 737, para Arroio do Padre, no sul do Estado. A construção faz parte da duplicação da BR 116 e é o retrato do esquecimento que se estende por 207 quilômetros de trechos em obras por toda rodovia. Homens trabalhando neste trajeto só são encontrados em Turuçu. Em direção à São Lourenço do Sul, a vegetação esconde o desperdício do material de construção comprado com dinheiro público. Logo à frente encontramos trechos que as obras sequer começaram. Uma especialista com pós graduação de infraestrutura e Transporte rodoviário, da Universidade Católica de Pelotas disse que os trechos parados terão que passar por uma reavaliação “onde a água levou o material realmente foi perdido”. A situação não melhora para quem viaja até a capital. Entre Camaquã e Porto Alegre também há muito atraso e chama atenção dos motoristas: “A gente só vê placas mas não vê máquinas nem asfalto pronto”. Olhando para o asfalto, parece que o trecho já foi finalizado, só que ainda não. Ele já deveria ter ficado pronto em janeiro de 2015 mas até agora nada. É só andar um pouquinho mais para a frente e já se vê que é só chão batido. Quanto mais o tempo passa, mais cara fica a obra. O custo da duplicação de todo trecho da BR116 era em torno de 900 milhões de reais. Agora o custo já subiu para 1.200 bilhão de reais. Entre as razões, está o aumento do preço do asfalto, que teve um reajuste de 34% pela Petrobrás. Além disso, a obra está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União. O TCU aponta sobrepreço em serviços e matérias primas. A suspeita é de que foram cobrados valores acima do preço de mercado. Por isso, os relatórios pedem que os valores sejam revistos. O Sindicato das empreiteiras diz que as obras estão paradas por falta de repasse do Governo Federal. O DNIT informa que os pagamentos foram ajustados aos recursos disponíveis no orçamento e nega que a duplicação esteja parada”. A reportagem foi apresentado pelos jornalistas Carla Fachim e Eloi Zorzetto.
