
* NA ÚLTIMA terça-feira (dia 11) aconteceu o Tribunal de Júri, tendo como réus Luis Carlos Nolasco Petri, Carlos Alexandre Nolasco Petri e Jose Roberto de Almeida Centeno, os quais foram absolvidos. A vítima foi Antonio Marcos Silva de Mattos. O homicídio ocorreu no dia 24 de maio de 2008 em Coxilha Negra. Na Presidência do Júri atuou a Juíza de Direito Dra. Aline Zambenedetti Borghetti. Na defesa atuou a Defensora Pública Dra. MARÍLIA LOKSCHIN e os Advogados Dr. Abel Bueno e Dr. MARCELO RICKES. Na acusação, atuou a Promotora de Justiça Dra. Gabriela Monteiro.
O homicídio
* REPRODUZIMOS parcialmente a matéria veiculada pelo jornal O LOURENCIANO na época dos fatos (maio de 2008): “ÀS 15:46 h do último domingo (25), um PM informou que o Centro de Operações da BM recebeu informação de que havia o corpo de um homem na Coxilha Negra e que o mesmo havia sido assassinado na noite de sexta-feira (dia 23). A informação recebida pela Brigada Militar foi anônima, através de um orelhão. Uma guarnição da BM esteve no local onde localizou o corpo numa lavoura de fumo, há cerca de 10 metros da estrada, bem em frente a um bar. Segundo apurou a Seção de Investigações da DP local, que esclareceu o crime em menos de 24 horas, quem matou ANTÔNIO MARCOS SILVA DE MATTOS (mulato, com 35 anos de idade, residente em Camaquã), foram seis elementos daquela localidade. Após uma desavença entre os acusados e a vítima na sexta-feira (23), por motivos fúteis, a mesma teria sido morta a pauladas e pontapés, ficando seu rosto e seu corpo totalmente lesionados. O corpo, deixado pelos autores do homicídio em uma lavoura de fumo frontal ao bar, foi removido pela Funerária Braga e encaminhado ao DML de Pelotas.
