Em maio de 2024, no Rio Grande do Sul, uma precipitação recorde de 652 mm resultou em 184 mortes, mais de 500.000 desabrigados e severos danos às cidades à margem de rios e lagoas.
O município de São Lourenço do Sul também foi atingido predominantemente na área do Balneário, Carahá, Barrinha e nas margens do arroio São Lourenço, com a invasão das águas da lagoa que desciam dos Rios que transbordaram em quase todo estado, deixando em nossa cidade também, casas, estabelecimentos e muitas ruas e avenidas embaixo d’água.
Com a invasão da água, em praticamente toda orla das praias e arroio São Lourenço, muitas pessoas tiveram que deixar suas residências e, em alguns casos, realocados nos quatro abrigos disponibilizados pelo município.
Na época, a estimativa era de que quase cinco mil pessoas tiveram que deixar suas casas por causa das enchentes, além dos grandes prejuízos causados para a população e para a infraestrutura do município.
Historicamente São Lourenço do Sul, por estar situada às margens do arroio São Lourenço, é um município naturalmente
Propenso a enfrentar eventos de cheia por ocasionais transbordamentos da Lagoa dos Patos.
Em 2026 a previsão climática de especialistas e meteorologistas para o trimestre setembro, outubro e novembro no Brasil indica um cenário de primavera influenciado pelo desenvolvimento de um El Niño (aquecimento das águas do Pacífico Equatorial), que deve intensificar-se ao longo do segundo semestre.
Essa configuração sugere maior instabilidade, com risco elevado de chuvas extremas no Sul.
